#Espresso Conspiracy


Mais vale tarde que nunca


Este fim-de-semana vi um filme que há muito queria ver: “Control” do realizador/fotógrafo Anton Corbijn sobre os últimos anos de vida de Ian Curtis, vocalista dos Joy Division. E descobri os Joy Division.


Peco por falta de conhecimento de alguma música essencial a biblioteca discográfica de cada um de nós. Mas, como se diz, mais vale tarde que nunca. Descobri uma banda que projectou o som dos anos oitenta para outro patamar do que aquele que estava a ser vivido na altura (O punk dos Sex Pistols estava no seu auge). Já no passado recente, há mais ou menos 4 anos descobri Jeff Buckley, uma falha terrível que tinha na minha cultura musical.


Irrita-me e, ao mesmo tempo, excita-me esta procura incessante de novas músicas e, ao mesmo tempo de busca de coisas antigas que ainda me são desconhecidas.

8 Responses to “Mais vale tarde que nunca”

  1. # Blogger Unknown

    joy division é muito bom
    e conheces os velvet underground? primeira banda do lou reed e do john cale
    e punk punk tens a inigualável patti smith ou mesmo a laurie anderson que aconselho que não sendo punk é uma artista fantástica  

  2. # Blogger Filipe Gil

    Lá está, mais uma falha Velvet Underground. Tenho que ouvir. Em relação a Punk, não gosto muito, confesso.

    Tenho que descobrir melhor David Bowie dos anos setenta.  

  3. # Anonymous Anónimo

    finais dos anos oitenta principios de noventa antes do grunge e de seattle ouvia joy division, siouxsie and the banshes, echo and the bunny man, loyde cole, the smits, primal scream, stone roses e todo o que fosse made in uk ou de manchester.

    e tu? estavas no teu periodo do sapatinho de vela? sem ofensas!  

  4. # Anonymous Anónimo

    eu ca nao conhecia era o anton corbijn, quer dizer so aqui na holanda e que ouvi falar. parece que e um must no mundo da fotografia de celebridades!

    http://en.wikipedia.org/wiki/Anton_Corbijn

    eu ca gosto e o filme ainda tenho de ir ver!

    http://www.corbijn.co.uk/  

  5. # Blogger Filipe Gil

    A fase dos sapatos vela veio mais entre 95 e 2000. Shame on me!!!
    Na altura que falas andava mais pelo Metal,Hard Rock e Rock FM. De Sepultura a Megadeth, de Bon Jovi a Poison, de The Cult a Extreme e Ugly Kid Joe, de Guns 'n Roses até Faith No More.E outras bandas estranhas de cabelos longos e com pouca criatividade.

    Depois veio o grunge. Nunca alinhei em Nirvana, mas mais por Alice in Chains, Soundgarden, Stone Temple Pilots e Pearl Jam não saiam do velhinho walkman da Sony.

    Actualmente tenho uma lista esquizofrénica de músicas no iPod.

    Quanto ao Corbijn, já conhecia há bastante tempo, sobretudo devido as fotos dos U2  

  6. # Blogger Pedro Sá

    Bem, antes de mais tenho a dizer que, como deves calcular, discordo totalmente dessa ideia de que há coisas objectivamente essenciais. Gostos são gostos, sejam eles quais forem.

    Eu se calhar meto-me aqui a falar de Lena Philipsson, p.ex., e não fazes a menor ideia de quem é (embora esteja certo de que se ouvires vais odiar lol)

    Agora, eu fico perfeitamente arrepiado (pela negativa) só de ouvir falar em Alice in Chains e em Soundgarden :SSSSSSS

    Já agora. Sabes que o Sébastien Tellier vai à Eurovisão este ano ? :P  

  7. # Blogger Unknown

    de certeza que vais gostar de velvet underground... nada de punk garanto :)
    bowie dos setentas princípio de oitenta é excelente
    lloyd cole eu gosto mais na versão com os commotions...

    mas aconselho-te laurie anderson, mais performance do que punk, se encontrares ouve o album "mister heartbreak"
    já agora conheces tom waits certo?

    ainda em setentas aconselho nico uma bela voz
    enfim, décadas bem boas :)  

  8. # Anonymous Anónimo

    ;-) alice and chains e soundgarden tambem eram obrigatorios...  

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