#Espresso Conspiracy


Sem Experimenta Design


Fiquei perplexo com a notícia de que a edição deste ano da Bienal de Design de Lisboa não iria ter lugar. Isto por falta das verbas anteriormente prometidas pela autarquia de Lisboa – na pessoa do seu presidente, Carmona Rodrigues.

Mais uma vez, esta presidência mostra que não existe, e nem devia existir à frente da maior e mais importante edilidade do território nacional. Mais uma vez fica no ar a suspeita da “triologia” já recorrente no panorama político português: políticos locais, futebol e construção. Tudo o resto fica de fora e é de pouca importância.

A Experimenta Design – Bienal de Lisboa é um dos eventos culturais mais importantes da cidade. Que já tinha reconhecimento internacional dentro da especialidade, e não só. Como é possível que Lisboa veja este importante evento ser adiado, quem sabe para se voltar a realizar nunca mais. E, o que paira no ar é que se este evento foi cancelado, muitos outros (culturais) o irão ser.

Algum do reconhecimento da imprensa estrangeira:

"No lack enthusiasm at Portugal's ExperimentaDesign biennale (…). ExperimentaDesign takes a look at the past, envisions the future, shows how all branches of design interrelate, looks for interfaces with society and promotes an all-encompassing debate involving people from home and abroad, notably students, professionals, curators and journalists. Indeed, for anyone who's regular at design nowadays, ExperimentaDesign has to be a breath of fresh air."
In Frame [NL], Jan/Feb 2006

"Still in relative infancy, Lisbon's ExperimentaDesign aims to celebrate the contemporary movement in Portuguese creative culture. Attracting some of the biggest names in the design and architecture worlds, its success is its vibrant enthusiasm. (…) It is incredible that this independent initiative, created by the minds of enthusiasts, without any substantial governmental support, can generate this amount of positive energy, vibrant to a whole new generation Portuguese designers."
In DAM nº4 [BE], Nov/Dec 2005

Festa/ Party

Scoop sucks, but Romola don't!!!!

Fui ver o último do Woody Allen, no passado domingo, e passados uns minutos depois de sair da sala esqueci-me completamente que o tinha feito. Achei, a par do "Escorpião de Jade" um dos filmes mais fracos de Allen. E, ainda para mais, depois do excelente "Match Point" foi quase confrangedor ver um realizador genial criar um filme assim. Nem a Scarlett Johanson valeu a pena. Só uma senhora inglesa chamada Romola Garai ficou na retina. Muito bonita!!! Don't skip Romola...




Estrangeiros em Lisboa

Portugal mais procurado por europeus jovens e trabalhadores
Fátima Moura da Silva in Diário Digital

Portugal está a ser mais procurado por europeus do Norte cada vez mais jovens, trabalhadores e mais bem integrados na comunidade nacional que os seus antecessores mais velhos, mas continua a ser um destino mais atraente para a classe média-alta europeia que Espanha, revela uma sondagem hoje divulgada pelo jornal de língua inglesa The Portugal News.

«Agora há mais casais jovens a vir para Portugal, trazem os filhos e procuram as escolas portuguesas em vez das escolas estrangeiras, o que significa que a próxima geração de estrangeiros vai estar completamente integrada no país», afirmou Paul Luckman, director do jornal, durante a apresentação da sondagem anual do grupo.

Enquanto a percentagem de reformados provenientes do Norte da Europa caiu de 52,5% no ano passado para 46,86% este ano, tal como a dos quadros superiores ou empresários (37% em 2005 para 27,62%), o número de europeus empregados em Portugal aumentou de 10,5% no ano passado para 15,05% este ano.

No entanto, salientou que Portugal continua a ser um destino preferencial para os europeus do Norte com poder de compra mais elevado, nomeadamente porque o sector imobiliário no país é mais caro e mais reduzido que na vizinha Espanha, onde se encontra cerca de um milhão de residentes estrangeiros vindos do Norte da Europa.

Embora os europeus do Norte residentes em Portugal continuem na maioria (40,36%) a situar-se entre os 50 e os 65 anos, seguidos pelos que têm mais de 65 (30,49%), o grupo entre os 35 e os 50 (20,83%) anos está a crescer, disse Luckman.

A comunidade estrangeira analisada no estudo - que se calcula atingir 100 mil residentes - é constituída sobretudo por ingleses, alemães, holandeses e irlandeses. O estudo tem uma amostra de 600 inquiridos.

A campanha começou...e ainda bem

o poema do Morgado

Faz em Abril 25 anos que a Assembleia da República discutiu a legalização do aborto. Um deputado do CDS esclareceu o hemiciclo sobre a razão do NÃO: «O acto sexual é para ter filhos», exclamou João Morgado. A resposta de Natália Correia em forma de poema obrigou à interrupção dos trabalhos parlamentares. É importante recordá-lo nos dias de hoje e sempre que a hipocrisia invade o debate sobre a despenalização da mulher que abortou. (in esquerda.net)

Já que o coito - diz Morgado - tem como fim cristalino,
preciso e imaculado fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão sexual petisco manduca,
temos na procriação prova de que houve truca-truca.

Sendo pai só de um rebento, lógica é a conclusão
de que o viril instrumento só usou - parca ração! - uma vez.
E se a função faz o órgão - diz o ditado -
consumada essa excepção, ficou capado o Morgado.


Natália Correia - 3 de Abril de 1982

Lisboa...triste, Lisboa

É triste ver as notícias que correm sobre Lisboa e a maneira como se está a governar a cidade. Os promotores imobiliários mandam nisto, a governação não tem isoluções e não sabe o que fazer ao "monstro" que criou. Ideias até vão surgindo aos poucos, mas ficam sempre para realizar daqui a muitos anos. Lisboa estagnou, congelou e tenho a sensação que regrediu bastante.

Lisboa precisava de um homem ou mulher sem vícios à frente da edilidade. Um Sá Fernandes. Um gajo independente e que amasse Lisboa mais do que a própria carteira. Precisamos de uma cidade à frente, liberal, mestiça que respeite os costumes das diferentes Lisboas que existem. Virada para a cultura, para os eventos para todos, ter uma verdadeira movida, e não apenas o Lux.

Esta cidade tem uma cultura tão rica e peculiar que dá dó vê-la assim, tão mal tratada. Lisboa que é uma mulher bonita, está a tornar-se uma velha desdentada com cheiro a mofo. Daquelas coitadas que se sentam nos degraus das Igrejas a pedir uns trocos com a mão.

Lisboa precisa de ser agitada. Lisboa precisa de um partido politico só para tratar da cidade. Um partido de Lisboa, sem interesses em mais altos voos. Será que um dia a nossa sociedade irá evoluir nesse sentido?

Queremos uma Lisboa com partes da cidade ricas e bonitos e tudo o resto desolador, ou queremos uma cidade viva, jovem, para a classe média, urbana, mas verde, cultural, sem ser elitista, bonita no seu todo e muito "à frente" em relação a outras cidades que tais.

Actualmente, se compararmos o nível de vida e as coisas que acontecem Lisboa, no espectro ibérico está ao nível de Valência, quando se devia bater pela liderança desta coisa chamada Ibéria. Enfim. Lisboa definha e estar a ser adiada, e temo que demore uns anos a recuperar.

Aborto

Vi imagens da manifestação de apoio ao movimento Não ao Aborto. As caras são as do costume: Paulo Portas, Bagão Félix, os manos Câmara Pereira, Pinto Leito, Duarte Nuno de Bragança, e muitas dos outros cromos "Caras" a que estamos habituados. Depois de ver essas imagens tudo estava dito das pessoas que apoiam a continuação da penalização de quem aborta antes das 10 semanas em Portugal - relembro que um dos poucos países da União Europeia que ainda tem esta lei.

Caros leitores. A conspiração para se votar SIM começou neste blogue!!!

Weekend sound...



"North American Scum - first single of the brand new LCD Soundsystem album: "Sound of Silver".

Estrangeiros em Lisboa

Sou da opinião que uma das coisas que mais faz falta a Lisboa são mais estrangeiros a viverem cá. E não falo de Erasmus, nem de espanhóis (não contam, já que praticamente somos uma província espanhola). E, como todas as semanas faço, passei os olhos pela edição lisboeta da semanal Le Cool e dei de caras com uma entrevista a um "finlandês alfacinha". Tirei o que achei mais interessante:


Le Cool: Como está Lisboa ao nível da música electrónica?
Yari: Ainda faltam algumas coisas... Em Espanha, por exemplo, o mercado é muito maior. Mas acho que há cada vez mais espaços, mais produtoras e mais pessoas a fazer música electrónica. Tenho pena é que depois das quatro da manhã não haja muita oferta em temos de espaços. Depois das 04:00 para onde é que as pessoas vão? Para o Lux! Gosto muito do Lux mas não quero ir lá sempre...

Como descreves os lisboetas?
São muito descontraídos, muito “deixa andar”. Por isso é que fui ficando cá e não penso voltar à Finlândia. Eu próprio já me sinto um bocadinho lisboeta. Já cá estou há 14 anos, vivi quase metade da minha vida aqui.

Quais são as tuas zonas de Lisboa preferidas?
Gosto muito do Bairro Alto e também de andar pela baixa. Eu prefiro Lisboa, por exemplo, a Barcelona. Há um grande hype em torno de Barcelona, sobretudo a nível de música electrónica. Mas ainda a semana passada lá estive e nunca trocaria Lisboa por Barcelona. É como o Alan [aka Portable – dj sul africano actualmente a residir em Lisboa] diz: “Shhhhh... não fales a ninguém sobre Lisboa porque senão toda a gente vem para cá!”

Simples e grandiosa

Ontem entrei em casa e ela não estava lá. Foi uma sensação muito estranha. Durante mais de 30 anos habituei-me àquela casa com a minha tia lá dentro. Conheceu quase todas as minhas namoradas – mais até que os meus pais – conviveu com todos os meus melhores amigos. E, apesar de ser uma pessoa muito religiosa, nunca se opôs e nunca interviu com as pessoas que eu levava para casa. Fosse para um jantar mais romântico e afins… ou um trabalho de turma que acabasse às três da manhã. Remetia-se ao seu espaço da casa dando-me o resto da casa toda e, muitas vezes, a sensação que morava sozinho.

Já a conheci a pensar que ia morrer e a dizer que estava doente. Mas no fundo no fundo era muito saudável e tinha uma cabeça de fazer inveja a pessoas com menos cinquenta anos. Veio da “terra” muito nova para trabalhar como criada interna na casa de uns senhores ali na Lapa. Foi lá que viveu até se mudar para a casa que a viu morrer, no Largo do Rato. Tive um filho que morreu muito novo. Só anos mais tarde descobri que a foto que estava pendura da sala, a de um menino de calções com uma farta cabeleira que mais parecia um chapéu, era a do tio que nunca conheci, o filho que ela perdeu como uma doença para a qual na altura não havia cura. Ninguém soube quem era o pai, e eu nem sequer sei o nome dele. Só pensava que não deve haver coisa mais terrível que enterrar um filho…

A tia Virgínia tomou conta da minha mãe e da minha tia, com muitos erros à mistura, mas com muito amor. E foi a mãe que elas perderam quando ainda eram muito novas. Foi muitas vezes uma pessoa difícil, mas ao mesmo tempo muito ternurenta. Não era uma pessoa indiferente – e isso era uma das coisas que mais gostava nela. Nos últimos anos rodeava-se das fotos dos sobrinhos, os verdadeiros e os emprestados. Quando era pequeno adorava ver as telenovelas em família, algumas ainda a preto e branco, e ela comentava tão depressa a casa muito bem arranjada das personagens, como o facto de achar mentira as lágrimas que escorriam nas faces brasileiras.Tinha a mania de dormir com umas sete almofadas e de ter os chinelos bem afastados da cama para não sonhar. Adorava estar à janela e a pendurar roupa para secar, mesmo sendo proíbido. E era fã do 13 de Maio, onde a televisão ficava por sua conta. Até estar mais debilitada, adorava ir votar, sempre nos “xuxas” como chamava os socialistas ainda do tempo do Mário Soares.

A Virgínia era muito católica, ao ponto de a cada domingo de missa matinal na RTP 1 tanto eu como a minha irmã – ainda crianças - e impacientes que os desenhos animados começassem, tinhamos que lhe dar um beijo, tal como faziam as pessoas no culto televisivo. No fundo achava piada àquele ritual. Aqueles beijos ternurentos que nos deixava a cara um pouco húmida, e me fazia limpar, mal virasse a cara, era tudo o que gostava de receber agora e para os próximos anos.

E, apesar do esperado, nunca se está à espera de beijar um corpo frio antes de ele ser depositado na terra. Nunca se está à espera de ver os nossos pais chorarem que nem umas crianças. Para mim, e embora sabendo da impossiblidade da coisa, a Virgínia era eterna, era aquela velhota que lá estava, que me amava loucamente, que me dizia para ser alguém na vida, e para eu fazer a barba…

Quem me conhece sabe que ligo muito pouco à Igreja e a padres, e que adorava mesmo era ter uma bela discussão filosófica com um para lhe explicar que Jesus Cristo foi o primeiro Bloquista de Esquerda da terra. Mas ontem na missa do velório, o padre fez referência à grandiosidade da vida simples da minha tia. Achei a coisa mais acertada que alguma vez disseram sobre ela. Uma pessoa simples, sem grandes posses, com o seu feitio difícil, benfiquista, socialista, extremamente católica e grandiosa. Era a matriarca da família. Vai ser difícil passar pela sala de jantar e não a ver por lá. E só espero que esteja feliz, esteja onde estiver…

Virgínia 1915-2007


A Tia Virgínia faleceu.

A minha tia, que foi sempre a avó que não tive, deixou-nos. E mesmo quando já todos esperávamos que tal acontecesse, não deixámos de ser assaltados pelo veredicto final. A tia Virginia tomou conta de mim desde que praticamente nasci. E agora, para o final da sua vida, tive o prazer de voltar a dividir a casa onde eu cresci. Muito fica por dizer sobre esta Senhora, voltarei aqui mais tarde sobre isso, agora é momento de homenagem e de pensar no sorriso dela quando há cerca de dois meses disse que iria voltar a viver com ela no Lg. do Rato e que estaria em casa sempre que ela necessitasse.

Um grande beijo para ti, estejas onde estiveres.

Desaparecer...

Ver alguém a morrer, por muito velho que seja, é uma coisa horrível. Ver e sentir todos os dias que essa pessoa está a desaparecer, que cada vez está menos connosco, que não responde, não come, não reage, e que cada minuto que passa pode ser o último, é terrível. Mesmo quando a pessoa em questão tem mais de noventa anos, mesmo quando sabemos que é o normal da vida é morrer, é uma sensação muito estranha. É tão estranho que a única coisa que temos garantido quando nascemos, a morte, continua a ser tão difícil de aceitar. Não nego que apesar do estado ser débil ainda tenho esperança que ela fique entre nós durante mais tempo. Será justo pedir isto?

Digitalism


Na passada sexta-feira fui até ao Lux e descobri estes senhores, os Digitalism. Dupla de dj's (produtores) que praticam um electro house muito bom.

Frio?

As televisões dizem que hoje, da parte da noite uma vaga de frio vem "assolar o território português. No entanto, fui à rua e estão cerca de 23 graus....não percebo a tal vaga de frio...

Mais um cartaz importante

Partido da deSilusão

O partido Socialista, que outrora foi o meu, e no qual votei nas últimas legislativas, não pára de me desiludir, agora é esta emenda às boas ideias de Cravinho. Assim, o PS caminha a passos largos para ser o partido do centrão político. O local preferido de muitos ditos socialistas. Que já não o são há muito....


PS não vai agendar projectos de lei anti-corrupção de João Cravinho

O deputado socialista João Cravinho anunciou hoje que irá entregar no Parlamento dois projectos de lei em matéria de corrupção, mas o grupo parlamentar já garantiu que não os irá agendar por considerá-los “não adequados nem consistentes”.

A decisão de “depositar na Assembleia da República” os dois diplomas em matéria de corrupção, além de duas propostas de alteraão à Lei de Acesso a Documentos Administrativos, foi anunciada por João Cravinho numa breve declaração aos jornalistas à saída da reunião do grupo parlamentar do PS.

“Apresentarei, tão brevemente quanto possível, dois projectos de lei e duas propostas sobre alteração à Lei de Acesso a Documentos Administrativos”, afirmou o deputado socialista
in Público, 19.01.06

Fait.Divers

As três coisas que me irritam actualmente na sociedade portuguesa
(coisas não importantes, claro):

- As filas intermináveis no Chiado/Baixa a para comprar as cápsulas de café Nespresso. Isto tudo quando se pode fazer a encomenda pela Internet. Parece que dá status estar à porta a dizer, “eu também tenho um máquina destas”. Uma coisa é verdade, o café é caro, as máquinas são estupidamente caras, mas o café é excelente. Mesmo assim não merece a bicha.


- A geração entre os 50 a 60 e poucos têm agora uma nova moda: andam na rua com o aparelho bluetooth na orelha. E falam ao telefone assim, no meio da rua. Uma coisa que é para ser utilizada no carro, ou na empresa, enquanto escrevemos ao computador, outra coisa é ver os senhores com as suas proeminentes barrigas e de brinco na orelha...a piscar uma luz azul… faz lembrar aqueles acessórios que os “Quer flor” vendem juntamente com as rosas platisficadas…


- As farmácias decidiram colocar os maiores e mais horríveis reclames às sua portas. Cruzes verdes, com lettering em encarnado, grandes e horríveis do mais piroso gosto. Aquilo devia ser proibido. Dá cabo de uma fachada de uma prédio. Parece a entrada para uma discoteca…



Bom som!!!!

Este é o som que tenho andado a ouvir. Muito Bom.

Nas: " Hip Hop is dead".




E este também. Adoro a música "Over and Over".
Hot Chip: "The Warning"

"Bosta Rice"


Ontem fui ao King (vá, digam lá, sou fashion, intelectual de esquerda, etc e tal) ver um filme de um realizador português Hugo Vieira da Silva, chamado Body Rice. A história parecia interessante. Como é um gajo com influências de fora, por viver em Berlim, tive esperança que fosse um filme português diferente. Da onda do Alice, daqueles que não são feitos apenas para os amigos e ex-professores de curso. Mas não...é o típico filme lento, sem sentido que o cinema português ainda faz (às vezes penso como é possível que o realizador fique contente com o resultado. Imagino o tipo na sala de montagem a dizer "a bosta que fiz é tão grande que algum crítico a vai qualificar de arte").

Ok, eu sei, temos uma dependência cultural francesa muito grande, mas até os franceses estão a deixar de fazer filmes assim. O que vale é que a nova geração de realizadores está aí, como o Marco Martins e o fabuloso Alice.

Conselho: não vale a pena ir ver o Body Rice. Não vale a pena os 5 euros. Vão antes ver o novo do Linklater: Fast Food Nation. Deve ser muito melhor.

Led bombing in Lisbon

E por falar em movimentos urbanos:



Happening: Led Bombing em Lisboa
As luzinhas que vêem na imagem são pequenos imans com pilhas. Chamam-se leds e são a ideia mais luminosa que já se acendeu no cérebro da cultura underground urbana. O movimento começou em Nova Iorque e o primeiro "led throwing" de sempre foi assim. Assim nasceu o electro-graffiti, se lhe quiserem dar um nome. Se não quiserem, entendam como umas das mais bonitas manifestações de arte pública e de intervenção colectiva. Para terem uma ideia do que é e o que pode fazer um pouco de luz nas nossas vidas, vejam isto. E agora, Acorda Lisboa! Dirige-te já para o Parque das Nações! Algo despertou na cidade e tu tens que fazer parte do primeiro Led Bombing em Portugal. Para estar lá, ver, participar, delirar e iluminar mesmo os que não querem acordar. Luzes luzes (in LeCool.com Lisboa)

Vejam mais informação aqui:
http://www.graffitiresearchlab.com

e também aqui:
http://www.movimentoacordalisboa.com

Lx sem Okupas, porquê?.



Porque é que em Portugal o movimento Okupa é mal visto e inexistente???. Porque é que não há lugar - com tanto espaço por ocupar em Lisboa -, para estes espaços nascerem , desde, claro, que com fins culturais como acontece em Londres, Barcelona, Berlim ou Amesterdão.

Por serem marginais? Sim marginais às regras de vivência da sociedade, mas completamente inseridos nela, já que estes centros respeitam os seus "vizinhos" e produzem cultura. É um estilo de vida diferente, mas respeitável e artisticamente produtivo. Em outros países, em troca da produção cultural e social, estes centros têm luz, água e acesso à Internet gratuitos, apesar de serem vigiados pelas autoridades (não censurados) para observarem a utilidade da sua produção.




O mesmo se passa com o grafitti. Muita gente vê o grafitti como algo marginal. Eu falo do grafitti bem feito, não estou a falar da vandalização de autocarros com aquelas assinaturas estúpidas. Mas o grafitti é uma forma de arte urbana muito importante. Que bebe e dá de beber às correntes actuais de arte. Só para recordar que Keith Harring e Basquiat começaram como writers nas ruas de Nova Iorque.


Grande SLB do Dubai

O Benfica venceu o Bayern de Munique e a Lázio no Torneio do Dubai. Será que eles não podem ficar por lá a disputar o campeonato? Seriamos, concerteza, campeões asiáticos num instante. Fora de brincadeiras, quem é bom é bom. Viva o Benfica, que já não me dava uma alegria desde a última vitória ao Liverpool.

Me and her, and everyone we know...

Always worthy to take 5 min of your time to go here:

http://mirandajuly.com

Apple Smartphone

Finally the best smartphone till date: the iPhone, from Apple.
Amazing.





And also the Apple TV, a device that connects wireless your iTunes to your "big flat screen", and there you can watch series, music videos, photos and movies that you have on your computer. It works in Mac or PC computers. But it does look better in a Mac!!!

Photo

My favourite photographer:

Hannah Starkey, irish, works and lives in London.




Apple Keynote

Tomorrow, something big will happen in San Francisco...

Gezellig

Confesso que hoje gostava muito de ir beber uns copos a Rotterdam, com o meu amigo. E falarmos sobre a vida e a forma como os portugueses se dão bem na Holanda, e como gostamos muito do Inverno, do frio, etc, e da forma como se podem fazer projectos criativos nas príncipais cidades holandesas. E não, não se trata de falarmos só e apenas das loiras.

É falar sobre a vida, e isso é gezellig.

Fijne weekend, allemaal!

Weekend

Novo local em Lisboa.
New place in Lisbon

"Mini Mercado"

Beautiful, aren't they?

My new sneakers: Nike AirMax 90




Aren't they cool?

Etiquetas:

Cool Exhibition: "Volume"






The V&A and PlayStation present Volume
Created by United Visual Artists and one point six

The piece is a collaboration between design collective United Visual Artists (UVA) and Robert Del Naja (aka 3D) of Massive Attack and his long-term co-writer Neil Davidge (as part of their music production company, one point six).

For more information see: http://www.uva.co.uk/

London 2006/2007

London 2006...2007, with Elgar and Bárbara.

It was great, amazing company. Nice hosts.
And althogh it isn´t the most beautiful city in Europe. Far away from Lisbon, Amsterdam, Paris or Barcelona, there is something about London that i really enjoyed.

Maybe is the lifestyle it´s a bit like Amsterdam. Just to say that enters to the top 3 of the city in Europe that i could live.

LOND(always)ON








Para começar bem o ano.



Ano novo, lutas antigas...

É já dia 11 de Fevereiro. A ver se desta não oiço tantas desculpas de que não tiveram tempo e foram para a praia...