Hoje é dia da Rainha, na Holanda.

Um dos dias mais divertidos do ano, e do qual tenho imensas saudades. É a festa total nas ruas das principais cidades holandesas. Pessoas a venderam sucata, barracas de comida, cerveja a rodos, festivais e concertos gratuitos, dj's por todo o lado, e muita alegria. Para além de toda a gente estar vestida com peças cor-de-laranja, a cor da família real holandesa.
Espero poder ir no próximo ano com a minha família, para lhes mostrar um dos must holandeses.

Um dos dias mais divertidos do ano, e do qual tenho imensas saudades. É a festa total nas ruas das principais cidades holandesas. Pessoas a venderam sucata, barracas de comida, cerveja a rodos, festivais e concertos gratuitos, dj's por todo o lado, e muita alegria. Para além de toda a gente estar vestida com peças cor-de-laranja, a cor da família real holandesa.
Espero poder ir no próximo ano com a minha família, para lhes mostrar um dos must holandeses.
Acabou. Deixei de ser director do jornal Construir, da revista Anteprojectos, da revista de arquitectura e design Traço, e dos suplementos de Engenharia (ENG) e de Reabilitação (REConstruir). Deixei também o futuro projecto da Casa Index (em breve nas bancas), e estou sentimentalmente ligado, e apenas isso, ao projecto Yearbook0708. Foi o fim de um ciclo.
Em termos profissionais foi um desafio. Ter a meu cargo uma equipa de jornalistas e estagiários que, no ínicio eram 5, e passaram a ser cerca de 9 (onde nem todos eram jornalistas), foi muito enriquecedor.
Foi daqueles tempos que ainda não tenho distancia suficiente para fazer um balanço que não seja emotivo. Foi duro, no início, e terminou sendo desafiante, mas, há que dize-lo algo frustrante.
A empresa é o espelho da sociedade portuguesa que vivemos, para o bem e para o mal, o que para mim foi um choque no início. Ter aterrado directamente de Amesterdão, vindo de trabalhar numa empresa norte-americana, fria, mas com muito espírito de equipa, onde os detalhes faziam a diferença, onde a cabeça das pessoas estava um pouco a frente da própria empresa e vir trabalhar para uma empresa totalmente diferente, fez muito diferença, no dia-a-dia. Mas, agora, com alguma distância, foi a melhor maneira de me adaptar à sociedade portuguesa, da qual - quem me conhece sabe disso -, sou um grande crítico. O que não podia ser mais português.
Resumindo: foi muito bom.
Agora, o novo desafio estão já ao virar deste fim-de-semana.
Obrigado a todos com quem trabalhei na Workmedia.
I LOVE THIS VIDEO!!!!!
0 Comments Published by Filipe Gil on quinta-feira, abril 03, 2008 at 1:20 a.m..Adoro a Hapiness do homem saltitante. Muito original.