Até já. See ya soon, ...ik kom zo terug.
4 Comments Published by Filipe Gil on sexta-feira, julho 27, 2007 at 4:42 p.m..
I´m on hollidays. See you in a couple of weeks. Tot dan!
Férias. Férias, daquelas que sabem mesmo a férias. Praia, peixe, sal, areia, sol, gelados, sumos, jornais desportivos, três livros na mala, e o computador fica em Lisboa!!!
Voltarei dentro de umas semanas. Vou andar pelos Algarves Alentejanos, depois Lisboa, mas disfarçado, depois Sul ou Norte de Espanha...qualquer coisa assim. Recarregar baterias para o próximo ano (sim, porque para mim os anos são como os escolares, em Outubro começa tudo de novo), que vai ser durinho em termos de trabalho e cheio de projectos novos.
Até já. See ya soon, ...ik kom zo terug.
p.s. - No próximo dia 14 de Agosto faz um ano que regressei a Lisboa depois de dois anos em Amesterdão. A sensação é ainda estranha. O meu corpo ainda pede bicicleta todos os dias, frio, neve, vento, uma sociedade mais aberta, mais urbana e cosmopolita, mais acontecimento culturais alternativos, mais respeito pelas minorias. Mais gente interessante e culta e da minha identificação, da minha personalidade, com um local. E não há um só dia que me esqueça da Holanda nem de Amesterdão.
Mas a vida é mesmo assim, perdemos umas coisas, mas ganhamos outras igualmente importantes.
Portugueses entre os europeus que menos andam de bicicleta
0 Comments Published by Filipe Gil on quinta-feira, julho 26, 2007 at 4:57 p.m..26.07.2007 - 13h54 Lusa
Portugal é dos países da União Europeia onde menos se utiliza a bicicleta como principal meio de transporte, com apenas um por cento dos portugueses a pedalar no dia-a-dia, revela um inquérito do Eurobarómetro sobre mobilidade divulgado hoje pela Comissão Europeia.
Portugal é o terceiro Estado-membro da UE onde menos se utiliza a bicicleta, eleita como o principal meio de transporte para as actividades diárias por 8,7 por cento dos europeus.
A Holanda é o país onde a bicicleta é mais popular, com 40 por cento de ciclistas, seguida da Dinamarca (23,4 por cento), enquanto no extremo oposto apenas luxemburgueses (0,6 por cento) e malteses (0,8) recorrem menos às biciletas do que os portugueses.
O automóvel é o meio de transporte preferido dos portugueses (56,3 por cento, acima da média comunitária de 51,4 por cento), seguido dos transportes públicos, utilizados por um quarto dos inquiridos (25,2 por cento), e pela marcha, já que 14,8 por cento respondem que caminham nas actividades do dia-a-dia, surgindo a moto quase a par da bicicleta (1,1 por cento).
Transportes públicos para melhorar trânsito nas cidades
Questionados sobre as medidas que poderiam melhorar a situação do trânsito na cidade onde vivem, a maioria dos portugueses inquiridos — 59,7 por cento, o segundo valor mais elevado da UE a 27 — aponta a necessidade de melhores transportes públicos.
Para 40 por cento dos portugueses, a medida mais adequada para melhorar os transportes públicos, de modo a desencorajar a utilização do automóvel, é torná-los mais regulares e pontuais, enquanto 21,1 por cento reclamam melhores ligações para os destinos habituais.
O inquérito foi realizado entre Maio e Julho, tendo em Portugal sido inquiridas mil pessoas pela Consulmark.
Agora que as eleições acabaram, que António Costa ganhou, sem maioria – e ainda bem. Agora que Helena Roseta está na Câmara, que Sá Fernandes continua, é isto que peço:
Mais parques e zonas de recreio com muitas árvores, porque estamos num país do Sul.
Espaços verdes junto ao Tejo
Mais ícones arquitectónicos (com arquitectos nacionais ou internacionais)
Mais reabilitação, sobretudo na Baixa
Mais eventos culturais (de todas as vertentes)
Ciclóvias, criação de rede de bicicletas municipais LISBIC, como se faz em Barcelona.
Proibição da circulação automóvel em certas zonas
Um verdadeiro plano para a cidade
Aposta na cidade criativa
Salas de chuto com assistência
Coffe-shops no Bairro Alto (poucos)
Terraplanar o Parque Eduardo VII
Associações culturais com Okupas
Fiscalização dos automóveis mal estacionados
Tornar a cidade inimiga do carro.
Criação de locais para pequenas empresas à beira Tejo.
Manutenção da calçada portuguesa apenas nos bairros históricos
Anuário criativo de Lisboa
Reorganizar os passes urbanos, em conjunto com as empresas de transportes da Grande Lisboa
- Ter uma cidade mais tolerante, mais aberta, menos xenófoba e racista. Uma cidade mais aberta às minorias e às diferenças
- Electrico rápido (vulgo Tram) a cobrir a maioria de Lisboa.
Quem é que ainda não percebeu isso???
Ainda no debate mais recente, na tv, se viu que Carmona esteve caladinho em relação à questão do Júdice. Está tudo combinado meus caros. Costa já disse que não poderia haver acordo nem com Roseta nem com Ruben de Carvalho. Ora, Costa, se ganhar, não irá fazer coligação com Sá Fernandes, e como precisa de alguém para fazer passar as suas políticas, será concerteza com Carmona. Não admira nada que Carmona tenha direito a pelouro e tudo.
É isto que os Lisboetas querem?
Por isso sou da opinião que as gentes de esquerda devem votar na Roseta ou no Sá Fernandes. As de direita, votem no Monteiro, para não dar vitória ao Negrão...o homem das siglas.
Outra excelente ideia
1 Comments Published by Filipe Gil on terça-feira, julho 10, 2007 at 6:56 p.m..Praças, quero praças em Lisboa!!!
Uma excelente ideia que deve ser colocada em prática.
Houvessem mais Zé e mais Rosetas
2 Comments Published by Filipe Gil on domingo, julho 08, 2007 at 11:37 a.m..Principalmente gostava que quer um quer outro fossem eleitos.
Tenho uma semana para decidir...
* foto retirada do blog: Bicicleta na cidade
Somos os europeus que mais utiliza o carro nas suas deslocações diárias. A maioria das vezes para percursos com menos de 6 km. O número de portugueses a andar diariamente de carro, aumentou 50% nos últimos 7 anos.
São dados que nada têm a ver com a vivência presente e futura das cidades. Há que mudar mentalidades. Eu vou comprar um bina e vou arriscar a mostrar a muitos que Lisboa é ciclável.
Reportagem a não perder:
http://videos.sapo.pt/KZ0vE8yn
"Cada vez mais cidades promovem o uso da bicicleta como meio de reduzir o número de automóveis e a poluição. Em Londres, o número de utilizadores de bicicleta aumentou mais de 80% por cento, nos últimos sete anos. Em Paris, foram criados mais de 300 quilómetros de vias para bicicletas (entre ciclovias e corredores “Bus” alargados onde também podem circular bicicletas). Segundo José Caetano, Presidente da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta, “a classe média-alta do conhecimento e dos meios económicos está a aderir em todo o mundo à bicicleta como forma inteligente de mobilidade”. Dá o exemplo de Munique, onde esteve recentemente num encontro internacional, e onde crianças de 7 ou 8 anos vão para a rua nas suas próprias bicicletas, juntamente com os pais, na hora de maior movimento".
Intenção de voto:
Helena Roseta: 60%
José Sá Fernandes: 40%
António Costa: 0%
É quase certo que António Costa vence as eleições. Gostaria que fosse Helena Roseta, mas acho indispensável que Zé Sá Fernandes seja eleito vereador. Falta uma semana...
Sabia que 66% das viagens realizadas de automóvel em Portugal têm menos de 6 km?
Sabia que o número de portugueses que se deslocam diariamente de automóvel aumentou 50 por cento, na última década?
Esta quinta-feira, Terra Alerta mostra-lhe exemplos de pessoas que contrariam esta tendência “carro-dependente” e que reivindicam o direito de usar a bicicleta nas suas deslocações diárias em Lisboa.
Referem como vantagens a rapidez, a economia, a ausência de poluição e o prazer de pedalar. Mas ainda há um longo caminho a percorrer para fazer de Lisboa uma cidade que permita a cada cidadão escolher o meio transporte que mais lhe convém.
E no entanto, cada pessoa que se desloca de bicicleta representa menos um carro a congestionar a cidade e a emitir dióxido de carbono para a atmosfera.
Veja logo no Jornal da Noite, De bicicleta na cidade.
All my friends... (there are some people missing!)
1 Comments Published by Filipe Gil on at 1:16 p.m..That's how it starts.
We go back to your house.
We check the charts,
And start to figure it out.
And if it's crowded, all the better,
because we know we're gonna be up late.
But if you're worried about the weather
then you picked the wrong place to stay.
That's how it starts.
And so it starts.
You switch the engine on.
We set controls for the heart of the sun,
one of the ways we show our age.
And if the sun comes up, if the sun comes up, if the sun comes up
and I still don't wanna stagger home.
Then it's the memory of our betters
that are keeping us on our feet.
You spent the first five years trying to get with the plan,
and the next five years trying to be with your friends again.
You're talking 45 turns just as fast as you can,
yeah, I know it gets tired, but it's better when we pretend.
It comes apart,
[All My Friends Lyrics on http://www.lyricsmania.com]
the way it does in bad films.
Except in parts,
when the moral kicks in.
Though when we're running out of the drugs
and the conversation's winding away.
I wouldn't trade one stupid decision
for another five years of lies.
You drop the first ten years just as fast as you can,
and the next ten people who are trying to be polite.
When you're blowing eighty-five days in the middle of France,
Yeah, I know it gets tired only where are your friends tonight?
And to tell the truth.
Oh, this could be the last time.
So here we go,
like a sail's force into the night
And if I made a fool, if I made a fool, if I made a fool
on the road, there's always this.
And if I'm sewn into submission,
I can still come home to this.
And with a face like a dad and a laughable stand,
you can sleep on the plane or review what you said.
When you're drunk and the kids leave impossible tasks
you think over and over, "hey, I'm finally dead."
Oh, if the trip and the plan come apart in your hand,
you look contorted on yourself your ridiculous prop.
You forgot what you meant when you read what you said,
and you always knew you were tired, but then,
where are your friends tonight?
Where are your friends tonight?
Where are your friends tonight?
If I could see all my friends tonight,
If I could see all my friends tonight,
If I could see all my friends tonight,
If I could see all my friends tonight


O polícia de colete florescente
5 Comments Published by Filipe Gil on quarta-feira, julho 04, 2007 at 4:33 p.m..Estava a passear no Chiado, ao largo daquela igreja perto da livraria Bertrand, quando vi passar um polícia municipal que grunhir qualquer coisa para um daqueles rapazes e raparigas que fazem malabarismos na rua.
O polícia tinha um daqueles coletes florescentes a condizer, certamente, com umas peúgas que o seu filho deixou em casa dos pais antes de se mudar para um T3 com duas excelentes marquises com vista para a estação de Metro da Amadora. Sem as meias florescentes mas com a sua Célia, uma esteticista roliça com faz as unhas ali para os lados do Cacém, e que apesar da concorrência brasileira estava a dar-se bem como negócio.
O polícia, e o seu colete florescente, que faziam um contraste engraçado a quem passava na ruas do Chiado obrigando os menos prevenidos a munirem-se de óculos de sol, tal era o raio de luz do colete, olhou com desdém para o malabarista e disse: “ nada de artes!”
O malabarista das rastas retorquiu, enquanto guardava apressadamente o resto do charro que estava a fumar: “O que disse o senhor guarda?”
O polícia, com má vontade repetiu: “Nada de artes, já disse!!!”.
E assim acabaram as artes, por hoje, no Chiado. E se fazem falta pintores, malabaristas, escultores, pianistas...
Negrão é uma desilusão!!!!
4 Comments Published by Filipe Gil on terça-feira, julho 03, 2007 at 2:42 p.m..“E aqui há que tratar do que é prioritário: O transporte público, É necessário que a Carris renove a sua frota, que está muito envelhecida"
Resumindo, Negrão, como não vive em Lisboa não faz a mínima ideia de que quase todos os autocarros da Carris são novos, da Mercedes, com piso rebaixado, e que usam, na grande maioria, diesel biológico. Este senhor, de facto, não percebe nada de Lisboa. Seria um grande erro, tê-lo com o Presidente da capital.
É! Gosto de dias assim, cinzentos. Com as nuvens quase em cima da nossa cabeça, com um vento que corta o bafo de calor que aperta a cidade. Ideal, como esta hora de almoço. Com as histórias partilhadas com ela e com ele sobre Amesterdão, Lisboa, Portugal, Copenhaga, Apple e outras coisas.
Estes dias dão-me vontade de estar nos jardins da Gulbenkian a ler um livro ou a trabalhar no computador.

Finalmente, uma camisola principal sem mariquices, simples, com as cores certas. O alternativo tem a sua piada. Quando as outras equipas perderem (por muitos) com o Glorioso equipado de cor-de-"rosinha", vai ser o gozo total. Este ano temos equipamento e temos equipa (só não temos treinador, mas isso é outra coisa...)









