#Espresso Conspiracy


Lisboa a mudar...


Lisboa está a mudar. Hoje, sábado, à porta da Culturgest, um dos locais onde se realiza o Doc Lisboa, eram muitas as bicicletas estacionadas. Há mais gente a utilizar bina...porque sim, é possível.

16 Responses to “Lisboa a mudar...”

  1. # Blogger TG

    E não tens sido tu a dar o exemplo... "Faz o que eu digo, não faças o que eu faço" qualquer dia é a tua máxima. ;-) Quando voltaste desse paraíso do norte da Europa eram vespas, eram binas e passado um ano e tal compras um carro!  

  2. # Anonymous Anónimo

    Pela primeira vez tenho de concordar com o teu amigo TG:)
    Estás a ficar corrompido pela sociedade Filipe Gil, até o lugar de estacionamento do Batista foi à vida...

    BJs  

  3. # Blogger Filipe Gil

    Ainda não desisti de andar de bicicleta em Lisboa. Depois, faço mais parado pelas binas em Lisboa, do que vocês a andarem a pé, de transportes ou mesmo de carro.

    Depois, caro TG, sabes bem porque comprei carro, estás a ser injusto.

    Joana:
    "o lugar de estacionamento do Batista"? Desde quando é que o lugar era do Ricardo?? Só podes estar a brincar comigo, só mesmo!  

  4. # Blogger TG

    Fazes mais parado pelas binas em Lisboa, do que nós andando a pé? Porquê? Por escreveres sobre o assunto neste blogue? Para se ter alguma coerência sobre um assunto, não basta apenas falar. Com as enormes distâncias é quase como alguém que está sempre a dizer que a vida é um bem e depoiws descobrir-se que essa pessoa é um assassino. E FG, não estou a ser assim tão injusto. Quando defendemos a sério uma coisa, pode-se sempre arranjar soluções. Basta querer.  

  5. # Blogger Filipe Gil

    Estás a ser muito injusto. Mas isto não é discussão para um blog!!!

    Mas já agora, explica aqui ao assassino o que fazes tu pelas bicicletas, pelo meio ambiente...já agora, é que apontar o dedo aos outros é bastante fácil.  

  6. # Blogger TG

    Tu não es "assassino". Foi uma comparação para se perceber a ideia... como é óbvio. Pelas bicicletas em Lisboa não faço nada, mas também nunca disse que ia comprar uma e andar de bicicleta em Lisboa, pelo menos para já. Pelo ambiente, faço reciclagem e só pego no meu carro uma vez por semana para ir a Tomar (ok, podia ir de comboio, mea culpa) e a casa dos meus pais de vez em quando, que fica em Carcavelos. Durante a semana nem sei o que é um carro, nem quero! O problema está sempre ver a diferença entre o discurso e a acção. Quando não se pode fazer nem dar o exemplo, também não é correcto dizer que os outros não fazem. Tornamo-nos incoerentes.  

  7. # Anonymous Anónimo

    Sim estava a brincar, estava mesmo.
    Mas parece que não estás muito convencido...não importa.

    Afinal eu não tenho nada a ver se andas de bicla, de carro, ou a pé...realmente pouco me importa...estava mesmo a entrar contigo.  

  8. # Blogger Filipe Gil

    Joana: ok, se estavas a brincar é uma coisa diferente.

    TG: Mas olha que é uma comparação bem estranha, a do assassino.
    Quanto à bicicleta, quero e continuo a querer uma cidade ciclável, com vias para bicicletas, quer eu ande ou não.

    Mas irei andar. Assim que puder gastar 200 euros num bina, como tenho tido outras prioridades (como comprar o carro, entre outras que bem sabes), a bicicleta ficou preterida, mas não esquecida.

    Espero na próxima Primavera vir muitas vezes de bina para o trabalho. Não só para não poluir, como também para fazer exercício físico.

    Não se percebeste, mas ainda não desisti de ter uma vida equilibrada entre aquilo que tinha em Amesterdão, e aqui em Lisboa.  

  9. # Blogger TG

    Então força! Espero mesmo que não desistas e que passes das tuas intenções para a acção. É que já lá vai mais de um ano! ;-) Não te deixes "aburguesar".  

  10. # Blogger Filipe Gil

    Eu queria comprar um Vespa, mas desde que aterrei em Lisboa me disseram que a maioria de acidentes de moto acontecem com vespas...heheheh  

  11. # Blogger Patricia

    eu até apareço aqui para comentar... mas muito sinceramente deparo-me sempre com discussões um bocadinho infantis. parece-me.

    em relação ao post...

    Acho que a tua tentaiva de criar uma cidade à imagem de amesterdão é muito redutora Filipe. Isso quase parece uma patologia, homem!!
    Vê-se perfeitamente é com aquilo que te identificas... aquele mundo, as pessoas, os hábitos, a cultura... e eu pergunto (posso?!?)..

    Porque é que não voltas um dia?
    Porque é que não tentas criar lá raizes a sério... o que é que te prende a um país que não compreendes?

    ficam as perguntas... e um beijinho para o meu ex-boss!

    (só espero que ninguém seja agressivo cmg :s)  

  12. # Blogger Patricia

    porque é que deixei aqui um comment e não ficou??? sniff...  

  13. # Blogger TG

    Patrícia, eu também fiz um comentário que não entrou...  

  14. # Blogger Filipe Gil

    Caros, os vossos comentários são moderados, hás vezes demora mais tempo a estarem disponsíveis. Perceberam????


    patrícia: redutor é a tua ideia de que só Amesterdão, ou as cidades holandesas usam a bicicleta. Para tua informação, Copenhaga é a cidade da Europa com mais binas per capita.

    Paris, Barcelona e Londres, por exemplo e muitas outras cidades europeias, usam e estão a incentivar o uso das bicicletas.

    Depois, este movimento de termos cidades portuguesas a andar de bina nada tem a ver com a minha Amesterização da sociedade portuguesa. Tem a ver com um movimento cada vez maior, chamado Massa Critica, que está a incentivar o uso das bicicletas.

    Nada tem a ver com a minha admiração de como funciona aquela cidade, e da abertura de espiríto inerente e que gostava que se visse mais por estes locais de Portugal. Mas não é necessário ir mais longe, basta ir a Barcelona.  

  15. # Blogger Patricia

    Oh FilGil, tu espantas os teus leitores com tanta agressividade. pronto pronto.... não me batas mais. foi só um comentário, não foi uma critica.  

  16. # Blogger TG

    Oh FG, nem precisas ir tão longe (se não é Amesterdão lá vem Barcelona...), basta ires a Aveiro. Que até deve ter mais bicicletas per capita do que a segunda cidade daquela manta de retalhos que se costuma chamar Espanha. E sempre davas um exemplo nacional. Sim, já não é preciso ir para fora para ver muitas pessoas a andar de bicicleta.  

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