Parlamento sueco dá luz verde às portagens urbanas em Estocolmo
20.06.2007 - 18h02 AFP
O Parlamento sueco votou hoje a favor da introdução de portagens urbanas em Estocolmo, uma medida que entrará em vigor a 1 de Agosto. O objectivo é reduzir os engarrafamentos e a poluição na capital.
Com esta portagem para entrar no centro de Estocolmo, a capital sueca segue o caminho de outras cidades, como Londres, Roma e Singapura.
A lei teve um amplo apoio dos deputados que não aprovaram o texto em bloco mas votaram as modalidades da portagem em várias vezes.
Esta taxa já foi experimentada com sucesso de 3 de Janeiro a 31 de Julho do ano passado, tendo-se verificado uma redução no tráfego de 20 a 25 por cento. Em Setembro, 53 por cento dos habitantes da capital disseram “sim” em referendo ao projecto da portagem urbana.
Os automobilistas deverão desembolsar, por pagamento automático, entre dez e 20 coroas (um e dois euros) por cada entrada ou saída da cidade, de acordo com a hora do dia. A portagem funciona de segunda a sexta-feira, das 06h30 às 18h29.
Um sistema de câmaras nas portagens identifica as viaturas.
Ficam isentos os transportes públicos e as viaturas com matrícula estrangeira. Os automóveis eléctricos e híbridos ficarão isentos a partir de 2012.
in Público, 22 de Junho, 2007
1. Eu a julgar que os carros eram conduzidos por pessoas.
2. Muito honestamente acho ridículo algo como isto ir ao Parlamento nacional, é uma questão da cidade, ponto.
Por mim, pagava-se uns 10 euros por dia para entrar em Lisboa. Os carros são guiados por pessoas, nisso tens razão Pedro Sá. E o problema está mesmo aí... São as pessoas que guiam esses carros que não têm qualquer civismo e estacionam em qualquer lado, fazem manobras perigosas, atropelam os peões, estacionam em segunda e terceira filas... 10 euros é pouco... talvez pagando 20 euros para entrar em Lisboa fosse mesmo o mais correcto...
Por essa ordem de ideias, designadamente por causa das manobras perigosas, proíbes a circulação de automóveis em tudo quanto é sítio.
E quanto à questão de atropelamentos a lógica é absurda, que estás a chamar a peões cidadãos de primeira e a condutores cidadãos de segunda.
É que os exemplos que deste podem acontecer em qualquer sítio. Logo, a lógica cai por aí.
Ah pois proibia... o mundo seria bem melhor sem automóveis... Que se ande de comboios, autocarros, avioes e de barco... Sim, quem guia torna-se um cidadão de segunda a maior parte das vezes. E volta a cidadão de primeira quando anda a pé! Olha para os taxistas, são tipicamente cidadãos de segunda ou mesmo de terceira...
Não, o meu argumento aplica-se ao mundo inteiro, mas eu vivo em Portugal e em Lisboa... É apenas um argumento egoista. Mas no limite acabava com os carros de vez e para sempre...
Vou fingir que não li estes disparates que escreveste...
Disparate é achar que é um direito fazer tudo o que se quer com os carros. Os acrros não são extensões do corpo humano, devem ser utilizados com bom senso... E se as pessoas não entendem isto a bem... terão de entender a mal... Azar!
Claro, e tu achas-te dono da verdade e no direito de andar a julgar os outros...