Lisboa...triste, Lisboa
1 Comments Published by Filipe Gil on segunda-feira, janeiro 29, 2007 at 5:13 p.m..
É triste ver as notícias que correm sobre Lisboa e a maneira como se está a governar a cidade. Os promotores imobiliários mandam nisto, a governação não tem isoluções e não sabe o que fazer ao "monstro" que criou. Ideias até vão surgindo aos poucos, mas ficam sempre para realizar daqui a muitos anos. Lisboa estagnou, congelou e tenho a sensação que regrediu bastante.
Lisboa precisava de um homem ou mulher sem vícios à frente da edilidade. Um Sá Fernandes. Um gajo independente e que amasse Lisboa mais do que a própria carteira. Precisamos de uma cidade à frente, liberal, mestiça que respeite os costumes das diferentes Lisboas que existem. Virada para a cultura, para os eventos para todos, ter uma verdadeira movida, e não apenas o Lux.
Esta cidade tem uma cultura tão rica e peculiar que dá dó vê-la assim, tão mal tratada. Lisboa que é uma mulher bonita, está a tornar-se uma velha desdentada com cheiro a mofo. Daquelas coitadas que se sentam nos degraus das Igrejas a pedir uns trocos com a mão.
Lisboa precisa de ser agitada. Lisboa precisa de um partido politico só para tratar da cidade. Um partido de Lisboa, sem interesses em mais altos voos. Será que um dia a nossa sociedade irá evoluir nesse sentido?
Queremos uma Lisboa com partes da cidade ricas e bonitos e tudo o resto desolador, ou queremos uma cidade viva, jovem, para a classe média, urbana, mas verde, cultural, sem ser elitista, bonita no seu todo e muito "à frente" em relação a outras cidades que tais.
Actualmente, se compararmos o nível de vida e as coisas que acontecem Lisboa, no espectro ibérico está ao nível de Valência, quando se devia bater pela liderança desta coisa chamada Ibéria. Enfim. Lisboa definha e estar a ser adiada, e temo que demore uns anos a recuperar.
Lisboa precisava de um homem ou mulher sem vícios à frente da edilidade. Um Sá Fernandes. Um gajo independente e que amasse Lisboa mais do que a própria carteira. Precisamos de uma cidade à frente, liberal, mestiça que respeite os costumes das diferentes Lisboas que existem. Virada para a cultura, para os eventos para todos, ter uma verdadeira movida, e não apenas o Lux.
Esta cidade tem uma cultura tão rica e peculiar que dá dó vê-la assim, tão mal tratada. Lisboa que é uma mulher bonita, está a tornar-se uma velha desdentada com cheiro a mofo. Daquelas coitadas que se sentam nos degraus das Igrejas a pedir uns trocos com a mão.
Lisboa precisa de ser agitada. Lisboa precisa de um partido politico só para tratar da cidade. Um partido de Lisboa, sem interesses em mais altos voos. Será que um dia a nossa sociedade irá evoluir nesse sentido?
Queremos uma Lisboa com partes da cidade ricas e bonitos e tudo o resto desolador, ou queremos uma cidade viva, jovem, para a classe média, urbana, mas verde, cultural, sem ser elitista, bonita no seu todo e muito "à frente" em relação a outras cidades que tais.
Actualmente, se compararmos o nível de vida e as coisas que acontecem Lisboa, no espectro ibérico está ao nível de Valência, quando se devia bater pela liderança desta coisa chamada Ibéria. Enfim. Lisboa definha e estar a ser adiada, e temo que demore uns anos a recuperar.
1. Um Sá Fernandes ? Havia de ser o bom e o bonito...um gajo totalmente irresponsável que só quer é protagonismo e que se alguém espirra ao lado dele nem 5 minutos depois os jornais já sabem...
Ah, e antes que digas o previsível, esta apreciação dele não tem rigorosamente NADA a ver com o partido pelo qual ele concorreu.
2. Bem, o Carmona é tão burro tão burro que nem roubar saberá...
3. Essa do mestiça é profundamente ridícula. Uma cidade ser ou não mestiça não a torna melhor ou pior. Relevante é única e exclusivamente que não haja discriminações. Não é o pensamento (aliás já ultrapassado) de que as minorias são sempre uns coitadinhos que têm de ser sempre levados ao colo.
4. Muito gostava eu de saber por que razão o Lux é movida e os outros sítios não.
5. Partidos políticos locais e regionais são proibidos, mas ninguém está impedido de criar grupos de cidadãos...
6. A cidade não é para a classe média. É para todos, sem excepção.
7. O que é relevante é a qualidade de vida. Não é ser "muito à frente".